3. Diminuta, aumentada e justa

No ultimo capítulo aprendemos o que são graus musicais, neste veremos desenhos o que é diminuta, aumentada e justa.


E se quiséssemos utilizar uma referência de graus para as demais notas também (C#, D#, F#, G#, A#)? Para isso existe uma definição mais abrangente, como veremos agora:


O que é diminuta, aumentada e justa?


Como já vimos, a primeira nota é representada pelo primeiro grau. Esse grau também pode ser  chamado de primeiro grau MAIOR. Vamos utilizar como exemplo de primeiro grau a nota Dó.

Nesse caso, a nota Ré é o segundo grau, também chamado de segundo grau maior. A nota Dó# (ou Ré b), nesse caso, é o segundo grau MENOR.

Essa nomenclatura (“maior” e “menor”) existe para indicar se o intervalo (distância entre as notas) é curto ou longo. No exemplo anterior, o “segundo grau maior” representou o intervalo de um tom, e o “segundo grau menor” representou o intervalo de meio tom.

Portanto, esses nomes foram dados apenas para termos uma indicação da distância entre as notas. Expandindo o conceito para todas as notas, partindo de Dó, teremos o seguinte:

C    —> Primeiro grau maior

Db —> Segundo grau menor

D   —> Segundo grau maior

Eb—> Terceiro grau menor

E   —> Terceiro grau maior

F   —> Quarta justa

F#—> Quarta aumentada (ou Quinta diminuta: Gb)

G  —> Quinta justa

G#—> Quinta aumentada (ou sexta menor: Ab)

A   —> Sexta maior

Bb —> Sétima menor

B  —> Sétima maior

Os nomes “aumentada”, “justa” e “diminuta” são apenas uma definição, pois é esse linguajar que você vai encontrar em qualquer livro de música.

A lógica é a mesma que vimos para os nomes “maior” e “menor”. O nome “aumentada” indica um intervalo mais longo e “diminuta” indica um intervalo mais curto. “Justa” fica no meio dessas duas.

É possível utilizar os nomes “maior” e “menor” para todas as notas em vez de utilizar “diminuta”, “aumentada” e “justa”? Sim, é possível. Por enquanto, apenas memorize essas nomenclaturas e o que elas representam. São apenas nomes dados para graus específicos.

Vamos exercitar essa nomenclatura partindo de outras notas além de Dó:

diminuta-aumentada-justa

Fonte: http://www.descomplicandoamusica.com/diminuta-aumentada-justa/


A partir do sétimo grau, as notas começam a se repetir, pois o 8º grau já é igual ao 1º grau. Seguindo essa lógica:

– O 8º grau é igual ao 1º grau.

– O 9º grau é igual ao 2º grau.

– O 10º grau é igual ao 3º grau. E assim sucessivamente...

Se não há necessidade de se falar em graus após o sétimo, pelo fato de se repetir, por que então se usam as notações 8º, 9º e 10º? Bom, alguns músicos preferem utilizar esses graus para deixar claro qual oitava deve ser utilizada.

Por exemplo: se estiver escrito em uma cifra Cm6, você irá montar o acorde de dó menor e pegar o sexto grau mais próximo para formar o Cm6. Escrevendo Cm13, você saberia que deve utilizar o sexto grau uma oitava acima, e não o sexto grau mais próximo. A única diferença entre esses dois acordes é um som parcialmente distinta devido à oitava utilizada para o 6º grau.

Podemos nos referir a qualquer nota que quisermos tomando como base alguma nota de referência. Foi necessário dizer anteriormente que os graus seriam conforme o formato da escala maior, mas agora não será mais necessário se vincular a uma escala, pois vamos especificar cada grau separadamente.


Assista o vídeo abaixo sobre Diminuta, Aumentada e Justa:

 
 

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