Unidade 4
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Curso: | [Turma 1 / 2018] Introdução à Teoria Musical |
Livro: | Unidade 4 |
Impresso por: | Usuário visitante |
Data: | quinta-feira, 3 abr. 2025, 18:09 |
1. Acordes
No ultimo capítulo aprendemos o que são oitavas, neste veremos o que são os acordes.A maioria das bibliografias define “acorde” como a união de três ou mais notas tocadas simultaneamente. Há inúmeras combinações possíveis de se fazer com notas, resultando nos mais diversos acordes. Então, para facilitar a vida dos músicos, cada acorde recebe um nome.
Esse nome é baseado nas notas fundamentais que conhecemos (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si).
Acordes naturais
Os acordes naturais são acordes que recebem o mesmo nome das notas (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si). Cada um desses acordes é formado por três notas, e existe uma regra para descobrir quem são essas três notas.
As notas que formam os acordes naturais são o primeiro, o terceiro e o quinto graus de suas respectivas escalas.
Um acorde também pode ser maior, menor ou suspenso. Essas nomenclaturas estão relacionadas com o terceiro grau.
Ouça um exemplo do acorde de Dó maior:
Para formar os acordes maiores, você usa o terceiro grau maior.
Para formar os acordes menores, você usa o terceiro grau menor.
Quando o acorde não possui o terceiro grau, ele não pode ser classificado como maior, nem como menor, recebendo o nome de “suspenso”.
Os símbolos utilizados são os seguintes: “m” para dizer que o acorde é menor e “sus” para dizer que o acorde é suspenso.
Quando não houver nenhum desses símbolos, significa que o acorde é maior. Veja os exemplos abaixo:
C - Dó maior
Cm - Dó menor
Csus - Dó suspenso
Já o quinto grau, em ambos os casos (acordes maiores ou menores naturais), é a quinta justa.
Veja abaixo um vídeo sobre acordes no violão:
Fonte:
2. Triades
No ultimo capítulo aprendemos o que são acordes, neste veremos o que são as tríades.
Quando falamos das três notas que formam os acordes, estamos falando da “tríade” de cada acorde. Esse nome existe para representar as notas básicas que formam um acorde específico.
Na maior parte das vezes, essas notas são o 1º o 3º e o 5º graus, formando os acordes naturais. Nesse caso, podemos ter uma tríade menor ou uma tríade maior, que ambas são as tríades mais comuns.
É possível formar acordes mais complexos, como por exemplo, uma tríade aumentada, uma tríade diminuta ou uma tríade sus4. Confira abaixo:
Tríade maior
É formada pelos graus: 1º maior, 3º maior e quinta justa.
Tríade menor
É formada pelos graus: 1º maior, 3º menor e quinta justa.
Tríade sus4
É formada pelos graus: 1º maior, quarta justa e quinta justa.
Tríade aumentada
É formada pelos graus: 1º maior, 3º maior e quinta aumentada.
Tríade diminuta
É formada pelos graus: 1º maior, 3º menor e quinta diminuta.
Na prática, o mais importante desses conceitos todos é saber que o 1º, 3º e 5º graus são a base (o fundamento) dos acordes, então não é preciso memorizar todas essas tríades.
Assista o vídeo abaixo sobre Tríades:
Fonte:
Referências da Unidade
Descomplicando a Música
Disponível em: http://www.descomplicandoamusica.com/
Acessado em: 23/03/2018
3. Tétrade
No ultimo capítulo aprendemos o que são tríades, neste veremos o que são as tétrades.
Expandindo um pouco o aprendizado até aqui, podemos trabalhar com 4 notas em vez de somente 3 para formar acordes, e fazemos isso acrescentando o sétimo grau aos acordes anteriores.
Assim formamos os acordes com sétima maior ou menor. O conjunto dos graus primeiro, terceiro, quinto e sétimo consistem em uma “tétrade”.
Se combinarmos as várias opções que vimos até agora de tríade (maior, menor, diminuta, etc...) com o sétimo grau (que pode ser maior, menor…), teremos muito mais opções ainda. O importante é saber que tríades e tétrades são as notas principais do acorde.
Assista o vídeo abaixo sobre Tétrades:
Fonte:
Referências da Unidade
Descomplicando a Música
Disponível em: http://www.descomplicandoamusica.com/
Acessado em: 23/03/2018